A morte de Marcelly Lorrayne, de 28 anos, assassinada pelo ex-companheiro enquanto ia trabalhar no bairro do Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio de Janeiro, escancara mais um caso brutal de feminicídio no país. Marcelly era mãe de um menino de 9 anos e teve sua vida interrompida de forma violenta, em plena via pública.
O crime reforça uma realidade alarmante: mulheres seguem sendo mortas simplesmente por tentarem viver, trabalhar e seguir suas rotinas. A violência de gênero continua avançando enquanto políticas públicas, mecanismos de proteção e respostas efetivas do Estado seguem falhando.
Familiares, amigos e movimentos sociais cobram justiça e responsabilização, além de medidas concretas para que outras mulheres não tenham o mesmo destino. O caso de Marcelly não pode ser tratado como mais um número nas estatísticas é o retrato de um problema estrutural que exige ações urgentes.
Enquanto mulheres forem assassinadas por exercerem o direito básico de existir, o Brasil continuará em dívida com elas.
