Fechar Menu
CRIA DO RIO
  • Últimas Notícias
  • Rio de Janeiro
    • Angra dos Reis
  • Cultura e Entretenimento
  • Política
  • Saúde
  • Carnaval do Rio

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot
Segurança e Justiça

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta sexta-feira

28 de agosto de 2026Por Andre Richter - Reporter da Agencia Brasil
Economia e Negócios

Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

28 de agosto de 2026Por Agencia Brasil
Cultura e Entretenimento

Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
CRIA DO RIO
  • Últimas Notícias

    Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré

    28 de agosto de 2026

    TSE aprova envio de tropas federais para cinco estados

    27 de agosto de 2026

    Cria de Caxias, cantora e compositora une sua bagagem no teatro de rua à música para anunciar a chegada do seu novo trabalho, que já está com pré-save disponível.

    27 de agosto de 2026

    De 10 a 16 de setembro, evento ocupa o CCBB Rio com produções recentes de diferentes países africanos

    27 de agosto de 2026

    Queimados realiza IV Feira Literária neste fim de semana

    27 de agosto de 2026
  • Rio de Janeiro
    1. Angra dos Reis
    2. Ver tudo

    Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta sexta-feira

    28 de agosto de 2026

    Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

    28 de agosto de 2026

    Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion

    28 de agosto de 2026

    Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré

    28 de agosto de 2026

    Cirurgias Plásticas De Mama No SUS Crescem Mais De 50% Em Dez Anos

    7 de agosto de 2026

    Rio Concentra Quase Um Terço De Casos De Exercício Ilegal Da Medicina

    6 de agosto de 2026

    Desinformação Sobre HIV Dificulta Tratamento E Aumenta Preconceito

    30 de julho de 2026

    Ministério da Cultura e Teatro TotalEnergies apresentam leitura dramatizada de “Nudes”, de Druila Pacaya, com direção de Kikha Danttas

    21 de julho de 2026
  • Cultura e Entretenimento

    Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion

    28 de agosto de 2026

    Mostra premia filmes dirigidos e protagonizados por PCDs

    27 de agosto de 2026

    Festival Griot, em Curitiba, destaca protagonismo negro no audiovisual

    27 de agosto de 2026

    Tá na História ganha sala multimídia no Centro do Rio

    27 de agosto de 2026

    Autêntica Mostra Cinemas do Brasil seleciona exibidores audiovisuais

    26 de agosto de 2026
  • Política

    Veja como foi a quinta-feira (27) dos candidatos a presidente

    27 de agosto de 2026

    Eleições 2026: mulheres negras divulgam manifesto para candidaturas

    27 de agosto de 2026

    Relator da CCJ do Senado vota a favor da PEC do fim da escala 6×1

    27 de agosto de 2026

    Veja a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira

    27 de agosto de 2026

    Veja como foi a quarta-feira (26) dos candidatos a presidente

    26 de agosto de 2026
  • Saúde

    Dia De Combate Ao Fumo: Treinar Não Combina Com Fumar, Destaca Inca

    27 de agosto de 2026

    São Paulo Chega A 26 Casos De Sarampo Em 2026

    27 de agosto de 2026

    Tabagismo é Maior Entre Jovens De 16 A 24 Anos, Alerta Pesquisa

    26 de agosto de 2026

    Saúde Estende Atuação De 676 Médicos Especialistas No SUS

    26 de agosto de 2026

    Febre Do Nilo Ocidental: Não Há Motivo Para Pânico, Diz Médico

    26 de agosto de 2026
  • Carnaval do Rio

    Estilista Ari Mesquita celebra sexta vitória na Corte do Carnaval Carioca

    4 de novembro de 2025

    Maculele realiza audições para novos dançarinos do Salgueiro

    4 de novembro de 2025

    Salgueiro recebe Unidos da Tijuca neste sábado (01)

    31 de outubro de 2025

    Salgueiro lança videoclipe nesta sexta-feira (31)

    30 de outubro de 2025

    O Unidos do Porto da Pedra anuncia Lourdes Barreto em seu desfile de 2026

    29 de outubro de 2025
CRIA DO RIO
Início » Últimas Notícias » Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré
Últimas Notícias

Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré

Por Ryan Mazcatti28 de agosto de 2026
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr E-mail
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail

“Cria” é uma expressão que carrega mais do que a indicação de onde alguém nasceu. Nas favelas e periferias do Rio de Janeiro, o termo também está relacionado a pertencimento, memória, identidade e às experiências construídas no território.

É assim que a deputada estadual Renata Souza (PSOL) se apresenta: cria da Maré.

Nascida e criada no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, Renata construiu uma trajetória que passou pela universidade, pelo jornalismo, pela pesquisa, pela literatura e chegou à política institucional. Formada em Jornalismo pela PUC-Rio, é mestre e doutora em Comunicação e Cultura e também desenvolveu estudos de pós-doutorado. A trajetória acadêmica está diretamente relacionada às questões sociais presentes no território onde cresceu.

Para Renata, parte dos desafios enfrentados por meninas e mulheres das periferias está justamente na dificuldade de construir perspectivas de futuro quando necessidades imediatas ocupam o centro da vida.

“As meninas e mulheres dos territórios mais populares muitas vezes têm a dimensão do sonho trocada pela sobrevivência real, e isso anula a formação de potências”, afirma.

A deputada também relaciona o reconhecimento da identidade às histórias familiares e aos territórios: “O desafio e a potência que eu vejo dessa juventude, além de se reconhecer enquanto meninas negras, é traduzir a sua identidade. Isso é muito bacana, pois demonstra que as histórias das suas matriarcas, das favelas e periferias também têm assumido um novo lugar, de reconhecimento. Esses pontos transformam essas meninas em potências engajadas em reconhecer a negritude e transformar suas realidades”, acrescenta.

Educação como possibilidade de novos caminhos

Antes de ingressar na universidade, Renata passou três anos em um pré-vestibular comunitário. Depois, conseguiu uma bolsa integral para cursar Jornalismo na PUC-Rio. Mais tarde, avançou na trajetória acadêmica até o mestrado, doutorado e pós-doutorado. A Alerj registra que ela foi a primeira pessoa de sua família a ingressar no ensino superior.

Para a deputada, o incentivo da família foi determinante para sua formação.

“É a partir da educação que a mobilidade social ganha a possibilidade de existir. Então, a educação fez total diferença na minha vida. Minha mãe e meu pai sempre disseram que o que eles poderiam me garantir era educação, e assim foi. Eles batalharam muito para que eu tivesse os livros, especialmente quando você chega ao segundo grau, em que são caríssimos. Eles deram tudo de si para que eu e meus irmãos pudéssemos estudar”, relata.

A dificuldade de conciliar educação e necessidade de renda, mencionada por Renata, ainda faz parte da realidade de uma parcela da juventude brasileira.

Dados do IBGE referentes a 2024 mostram que, entre jovens de 15 a 29 anos que não estudavam e não haviam concluído o ensino médio, 61,2% dos homens apontaram a necessidade de trabalhar como principal motivo para não frequentar a escola. Entre as mulheres, gravidez e responsabilidades com afazeres domésticos e cuidados, somadas, foram a principal razão para 38,2%, superando a necessidade de trabalhar, citada por 28,2% delas.

Para Renata, políticas de permanência estudantil podem contribuir para reduzir o impacto das dificuldades econômicas sobre a trajetória educacional. Ela cita como exemplo o Pé-de-Meia, programa federal de incentivo financeiro destinado a estudantes do ensino médio público que atendem aos critérios estabelecidos pela política.

“Hoje eu vejo novas oportunidades que eu não tive. O Pé-de-Meia, por exemplo, é um programa que garante um recurso para esses estudantes que estão terminando o segundo grau”, afirma.

A formação iniciada no pré-vestibular comunitário levou Renata à graduação em Jornalismo e, posteriormente, à pesquisa acadêmica. Em 2017, ela defendeu na UFRJ a tese de doutorado O Comum e a Rua: resistência da juventude frente à militarização da vida na Maré, dedicada à relação entre juventude, território, comunicação e segurança pública: “A educação tem esse poder de fazer os nossos jovens sonharem com um futuro melhor”, afirma.

Da pesquisa à literatura

A escrita se tornou outro eixo da trajetória profissional e intelectual de Renata. Parte dessa produção reúne experiências, pesquisas e reflexões sobre favela, raça, gênero, política e direitos humanos.

“A possibilidade de escrever livros veio muito desse caminho da educação. Escrever as minhas vivências, as minhas sensações e observações é um caminho sem volta. Porque, quando você começa a expressar as suas indignações, mas também os sonhos, é uma grande liberdade. Eu sempre fui muito tolhida diante do que era o não lugar de uma menina negra na favela”, relata.

Entre suas publicações estão Diálogos sobre gênero, raça e classe no Brasil; Ubuntu: negras utopias; Cria da favela: resistência à militarização da vida; e Cabeça erguida: preta, favelada e feminista na política.

A produção sobre violência política também integra essa trajetória. Em 2020, Renata publicou o artigo acadêmico Feminicídio Político: um estudo sobre a vida e a morte de Marielles, no qual desenvolve uma reflexão sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e a violência dirigida às mulheres na política.

O tema voltou a aparecer em sua produção em 2026, desta vez em uma obra coletiva. Renata é uma das organizadoras do livro Feminicídio Político, ao lado de Lilian Angélica Souza e Isabela Amaral. Publicado pela Dandara Editora, o livro tem 294 páginas e reúne pesquisadoras e profissionais de diferentes áreas para discutir violência política a partir de dimensões como gênero, raça e território.

A relação entre escrita e experiência pessoal, segundo Renata, também passa pela possibilidade de registrar memórias e construir outras narrativas sobre os territórios populares.

Da Maré à política institucional

Antes de chegar à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Renata atuou em movimentos sociais e na defesa dos direitos humanos e foi chefe de gabinete da vereadora Marielle Franco na Câmara Municipal do Rio.

Em 2018, foi eleita deputada estadual pela primeira vez, com 63.937 votos. Quatro anos depois, foi reeleita com 174.132 votos.

O resultado de 2022 colocou Renata como a terceira pessoa mais votada para a Alerj naquele pleito.  Atualmente, Renata preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj. Sua atuação parlamentar mantém entre os principais temas questões relacionadas aos direitos humanos, às mulheres, à população negra e às favelas.

A passagem da Maré para espaços como a universidade e a Assembleia Legislativa não eliminou a presença do território em sua trajetória. Ao contrário, experiências relacionadas à favela aparecem em sua produção acadêmica, nos livros e na atuação política.

Para Renata, leitura e escrita também foram instrumentos para ampliar as possibilidades que enxergava para a própria vida: “Criar asas para voos que você talvez nem imaginasse serem possíveis. Para mim, a leitura e a escrita são elementos fundamentais da minha construção enquanto sujeito político. É por meio delas que amplio repertórios, questiono o mundo, compreendo minha própria trajetória e encontro caminhos para transformar aquilo que vivo em pensamento, expressão e ação”, afirma.

A trajetória que começou na Maré e chegou à universidade, à literatura e à política institucional mostra como território e mobilidade não precisam ocupar posições opostas. No percurso de Renata Souza, a origem permanece como referência para a produção intelectual, profissional e política construída ao longo dos anos.

** Este conteúdo foi produzido com apoio do Programa Orire de Apoio às Mídias Independentes 2026, iniciativa do Instituto Orire voltada ao fortalecimento do jornalismo independente e da produção de informação de interesse público.

FIM
–

Do território para o mundo: a potência de ser cria

Nascida na Favela da Maré, a Deputada Estadual Renata Souza rompeu os limites da comunidade às margens da Avenida Brasil, se formou em jornalismo pela PUC Rio, escreveu seus livros e foi a mulher negra mais votada para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro nas eleições de 2022.

Cria é quem carrega no corpo, na memória e na trajetória as experiências do território onde cresceu. É quem transforma pertencimento em identidade, repertório e potência para criar novos caminhos.

Uma coisa que nós, do coletivo Somos Os Crias, temos em comum com Renata Souza é justamente essa compreensão: território também é identidade, memória, afeto e potência.

“As meninas e mulheres dos territórios mais populares muitas vezes a dimensão do sonho é trocada pela sobrevivência real e isso anula a formação de potências”, ressalta Renata Souza. E completa: “O desafio e potência que eu vejo dessa juventude além de se reconhecerem enquanto meninas negras é traduzir a sua identidade. Isso é muito bacana, pois demonstra que as histórias das suas matriarcas, das favelas e periferias também têm assumido um novo lugar num alto reconhecimento. Esses pontos transformam essas meninas em potências engajadas em reconhecer a negritude e transformar suas realidades”.

Ser cria é carregar histórias. É lembrar das pessoas, das ruas, das dificuldades e das alegrias que ajudaram a formar quem somos. É transformar aquilo que vivemos, em coragem para sonhar, criar e ocupar espaços que, muitas vezes, pareciam distantes. Vivências que levaram essa cria a tomar suas escrevivências e lançar seis livros. “A possibilidade de escrever livros veio muito desse caminho da educação. Então escrever as minhas vivências, as minhas sensações e observações, é um caminho sem volta. Porque quando você começa a expressar as suas indignações, mas também os sonhos é uma grande liberdade .Eu sempre fui muito tolhida diante do que era o não lugar de uma menina negra na favela”, reflete, a deputada.

Renata também mostra que escrever pode ser uma maneira de preservar memórias, compartilhar experiências e imaginar futuros possíveis. Seu último livro, ‘Feminicídio Político: um estudo sobre a vida e a morte de Marielles’, de 2026. A obra reúne em 15 capítulos, textos de pesquisadoras de diferentes áreas para discutir a violência política contra mulheres, especialmente mulheres negras, e como essa violência opera pelo silenciamento, exclusão, deslegitimação e, em sua forma extrema, eliminação de mulheres que ocupam espaços de poder.

Ranata ainda é autora/ organizadora dos livros ‘Diálogos sobre gênero, raça e classe’, 2019; ‘Ubuntu: negras utopias’, 2020; ‘Cria da favela: resistência à militarização da vida’, 2020; ‘Cabeça erguida: preta, favelada e feminista na política’, 2022; ‘Pedagogia do axé: saberes, lutas e resistência dos povos de terreiro’, 2024; e ‘Negra, sou!’, 2025.

A trajetória que traduz força.

Cria da Maré, jornalista, doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ, escritora e deputada estadual, Renata construiu uma caminhada que ultrapassa os limites do lugar onde nasceu. Mas sem jamais deixar sua origem para trás. Pelo contrário, a Maré está sempre com ela.

Renata carrega suas memórias para o jornalismo, para a pesquisa, para os livros, para a política e para a defesa dos direitos humanos. Levou também a alegria de quem sabe que cada conquista carrega um pouco de quem veio antes e pode representar um novo caminho para quem ainda está chegando.

A educação á um ponto chave para os moradores das favelas e periferias. “É a partir da educação que a mobilidade social ganha a possibilidade de existir. Então educação fez total diferença na minha vida. Minha minha mãe e meu pai sempre disseram que o que eles poderiam me garantir era educação e assim foi. Eles batalharam muito pra que eu tivesse os livros que em especial quando você chega no segundo grau, em que são caríssimos. Eles deram tudo de si para que eu e meus irmãos pudéssemos estudar”, afirma.

Uma outra realidade dos crias é estudar ter que trabalhar, um ponto muito desafiador e que muitas das vezes leva a desistência da educação. Segundo dados do IBGE, de 2024, jovens de 15 a 29 anos interromperam os estudos antes de concluir o ensino médio, a necessidade de trabalhar foi o principal motivo entre os homens: 61,2%. “Hoje eu vejo novas oportunidades, que eu não tive, o ‘Pé de Meia’, por exemplo, um programa do governo Lula que é incrível porque garante um recurso para esses estudantes que estão terminando o segundo grau”, exemplifica.

Um sentimento que desde sempre esteve dentro da Renata foi a capacidade de sonhar, por isso foi estudar jornalismo, na PUC Rio, depois de três anos no pré-vestibular comunitário. A deputada conseguiu chegar no mestrado e no doutorado e no pós-doutorado, sendo a primeira da minha família a chegar nesses lugares. “A educação tem esse poder de fazer os nossos jovens sonharem com um futuro melhor”, afirma.

 

O voo da cria

Em 2022, Renata fez história ao ser reeleita deputada estadual com 174.132 votos, tornando se a mulher mais votada da história da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Hoje, preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Mas antes dos números, dos cargos e dos espaços de poder, existe uma história, a de uma mulher negra e feminista que, há mais de 20 anos, atua na defesa dos direitos humanos; que foi chefe de gabinete de Marielle Franco; que transformou sua experiência em conhecimento e que também encontrou na literatura uma forma de contar, registrar e provocar novas reflexões.

É por isso que falar sobre Renata é falar sobre mulheres, educação, carreira, representatividade, coragem e oportunidades. Mas é também falar sobre alegria, sobre a

felicidade de conquistar espaços sem perder a essência. Sobre olhar para trás e a menina que é cria da Maré se tornou uma mulher que hoje ocupa espaços de decisão.

Porque ser cria não é esquecer de onde veio quando chega longe. É chegar longe levando sua história junto. E, quando uma cria ocupa um novo espaço, ela pode transformar aquela conquista em uma porta aberta para muitas outras. É essa força que conecta Renata Souza ao Somos Os Crias: a certeza de que território não é limite. É raiz. É memória. É identidade. E também pode ser o começo de novos caminhos. “Criar asas para voos que você talvez nem imaginasse serem possíveis. Para mim, a leitura e a escrita são elementos fundamentais da minha construção enquanto sujeito político. É por meio delas que amplio repertórios, questiono o mundo, compreendo minha própria trajetória e encontro caminhos para transformar aquilo que vivo em pensamento, expressão e ação”, finaliza.

Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr E-mail
Artigo anteriorLimite de crédito a estados e municípios é ampliado em R$ 3 bilhões
Próximo artigo Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion
Ryan Mazcatti
  • Site

Postagens relacionadas

TSE aprova envio de tropas federais para cinco estados

27 de agosto de 2026

Cria de Caxias, cantora e compositora une sua bagagem no teatro de rua à música para anunciar a chegada do seu novo trabalho, que já está com pré-save disponível.

27 de agosto de 2026

De 10 a 16 de setembro, evento ocupa o CCBB Rio com produções recentes de diferentes países africanos

27 de agosto de 2026

Os comentários estão fechados.

Destaques
Segurança e Justiça
Segurança e Justiça

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta sexta-feira

28 de agosto de 2026Por Andre Richter - Reporter da Agencia Brasil

O horário eleitoral gratuito do primeiro turno começa a ser veiculado nesta sexta-feira (28) nas emissoras…

Economia e Negócios

Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

28 de agosto de 2026Por Agencia Brasil
Cultura e Entretenimento

Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Últimas Notícias

Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Mais Lidos
Cultura e Entretenimento

Pedro Sampaio agita a Cinelândia com show gratuito neste domingo (19)

17 de outubro de 2025Por Ryan Mazcatti
Cultura e Entretenimento

Prisão injusta de Rayane Carla, jovem carioca acusada com base em imagens incorretas

19 de outubro de 2025Por Ryan Mazcatti
Cultura e Entretenimento

Exposição de memes leva arte e crítica social ao CCBB São Paulo

28 de agosto de 2025Por Joana Cortes - Reporter da Radio Nacional
Últimas Notícias

CAPS III Arthur Bispo do Rosário completa 28 anos de história e cuidado em saúde mental no Rio

19 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Redes Sociais
  • Instagram
Posts Recentes
Segurança e Justiça

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta sexta-feira

28 de agosto de 2026Por Andre Richter - Reporter da Agencia Brasil
Economia e Negócios

Beneficiários com NIS de final 9 recebem Bolsa Família de agosto

28 de agosto de 2026Por Agencia Brasil
Cultura e Entretenimento

Manaus recebe a 4ª edição do Amazon Poranga Fashion

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Últimas Notícias

Do território para outros espaços: a trajetória de Renata Souza, cria da Maré

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Economia e Negócios

Limite de crédito a estados e municípios é ampliado em R$ 3 bilhões

28 de agosto de 2026Por Ryan Mazcatti
Sobre

Cria do Rio é um blog de noticias e informações com foco no estado do Rio de Janeiro.

Instagram
Posts Populares

Rede De Saúde Em São Paulo Tem Funcionamento Especial

31 de dezembro de 2022

Zico dará nome à taça do Campeonato Carioca de 2025, que começa neste fim de semana

12 de janeiro de 2025

Ministério da Justiça regulamenta uso da força por agentes de segurança pública

17 de janeiro de 2025
CRIA DO RIO
Instagram WhatsApp
  • Início
  • Política de Cookies (BR)
© 2026 Cria do Rio. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por: Hospedagens Pro

Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Gerenciar Consentimento de Cookies
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}